Dia de rolagem e segue otimisto nas bolsas mundiais

Nesta semana deve haver nova rodada de vetos presidenciais a serem deliberados no Congresso Nacional. Dessa vez, o trabalho do governo para fazer prevalecer as decisões do presidente será muito mais espinhoso do que nas ocasiões anteriores. Agora estarão em pauta os três vetos mais impactantes e até então não há acordo para a sua manutenção.

O mais oneroso deles é o que trata da prorrogação da desoneração da folha de 17 setores econômicos até o fim de 2021, ao custo de R$ 10 bilhões. Esse item é o que oferece mais risco para o governo. Há forte pressão dos setores atingidos e uma aparente maioria parlamentar para a derrubada. O veto terá votação iniciada pela Câmara e só seguirá para deliberação do Senado se obtiver 257 votos contrários. A confirmação da derrubada ocorrerá se 41 senadores também o rejeitarem.


A rede de farmácias Nissei, do Paraná, a varejista Le Biscuit, com sede na Bahia, a Aeris (fabricante de pás eólicas) e as incorporadoras Urba, da MRV, e a HBR Realty.

Essas são algumas das empresas que entraram na fila de estreias na B3, perto do fim do prazo para protocolar o pedido de IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). A lista de companhias que miram uma abertura de capital em setembro e outubro já inclui mais de 40 empresas.


As bolsas europeias e os índices futuros de Nova York começaram a semana em alta, em meio a um maior otimismo global. A nova estratégia de política econômica divulgada na semana passada pelo Fed ajuda a impulsionar os mercados.

Os futuros dos três principais índices de bolsas dos Estados Unidos indicam para uma abertura forte dos mercados em Wall Street. Os futuros da Dow Jones sobem 0,27%, enquanto os do S&P 500 avançam 0,31% e os da Nasdaq sobem 0,37%.

Na última sexta-feira, o S&P 500 fechou no maior nível histórico pela sexta sessão consecutiva, enquanto o Nasdaq também atingiu um recorde.


Na a agenda de hoje o mercado repercute o Boletim Focus do Banco Central. Pela nona semana segunda, os economistas melhoraram a previsão para o PIB, que passou de queda de 5,46% para baixa de 5,28%, enquanto a projeção de IPCA passou de 1,71% para 1,77% em 2020. A previsão para o dólar ao fim do ano passou de R$ 5,20 para R$ 5,25, enquanto a Selic foi mantida em 2%. Para 2021, a previsão do PIB foi mantida em alta de 3,5% e do IPCA em 3%, enquanto a projeção para a moeda americana ficou em 5%; já a Selic passou de 3% para 2,88%.

Às 9h30, a instituição divulga nota sobre a política fiscal de julho, com dados sobre a relação entre dívida líquida e Produto Interno Bruto (PIB).



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